Tarde de Domingo
Já era uma hora da tarde e eu ainda o observava dormir. Matheus se mexia de um lado para o outro na cama, resolvi então que era hora de acorda–lo. Comecei a passar a mão de leve pelas costas dele... E ele nem se moveu! Beijei, mordi, lambi, apertei, arranhei... Fiz de tudo e nada, Matheus não acordava! Sussurrei baixinho em seu ouvido que estava indo embora, então Matheus abriu os olhos, se virou e me abraçou, me prendendo entre as suas pernas, me deu um beijo de “bom dia”, levantou e saiu do quarto. Não demorou muito e voltou pra cama, me abraçando e me segurando outra vez. Aproveitei para contar tudo o que eu tinha feito para tentar fazer ele acordar.
Matheus ouviu tudo e de repente veio pra cima de mim, me beijando, abraçando, mordendo, esfregando a coxa entre as minhas coxas, escorregando as mãos pelo meu corpo, por baixo da minha saia, ele estava quase me derrubando da cama nessa agitação toda. Pedi que ele me deixasse chegar pro meio da cama, Matheus se afastou, mas voltou logo, colocando a mão na minha cintura por dentro da roupa e foi descendo, passando por dentro da minha calcinha e descendo... Esfregando os dedos entre as minhas pernas, Matheus escorregou devagar os dedos, meteu em mim e ficou me olhando. Fez isso outra vez, metendo mais forte enquanto me observava gemer baixinho e continuou metendo e me olhando. Foi tirando a mão devagar e se encaixando entre as minhas pernas, roçando o corpo todo no meu. Matheus me prendia na cama de uma forma que eu não conseguia me mexer direito, então ele ficava livre para fazer o que queria comigo. Ele tinha total controle dos meus movimentos... Eu só podia tocar onde ele deixava, onde ele queria.
Comecei a beijar e a morder boca de Matheus, seu pescoço, seus ombros. Eu o arranhava e o apertava contra o meu corpo com força, cruzava minhas pernas em volta dele e o prendia me cima de mim. Eu podia sentir o pau de Matheus duro, pulsando dentro da bermuda, queria senti-lo dento de mim, então eu me esticava tentando chega até o botão, para arrancar aquela bermuda. Mas Matheus não deixava, ele me segurava, prendia meus braços e eu ia ficando cada vez mais excitada. O mordia com mais força, me agarrava no corpo dele, e Matheus continuava esfregando o corpo no meu, me empurrando com força contra o colchão. Ele mordia meu pescoço com força, quase me machucando, me deixando cada vez mais molhada. Matheus entre as minhas pernas se esfregando e empurrando o corpo contra o meu cada vez mais forte, estava quase me fazendo gozar quando o celular tocou.
Quase não acreditei quando ele levantou, foi atender e depois voltou dizendo que tinha que sair. Eu ainda tentando recuperar o fôlego, resmunguei baixinho, enquanto Matheus me olhava se divertindo com a situação. Como Matheus só faz o que quer, eu sabia que não ia adiantar tentar fazê-lo mudar de idéia, então o deixei ir.
Naquela tarde eu parecia uma adolescente, brincando com Matheus daquele jeito na cama. Ficando excitada com os toques, com os carinhos e com as brincadeiras dele.
Me diverti muito, porque eu tinha esquecido como era bom brincar assim. Matheus realmente me impressionou com seu jeito fazer as coisas. Mas isso foi apenas o começo... Tenho a ótima impressão de que o que vem por aí vai ser muito melhor!
Veremos...
Ana T.
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