Fazendo as pazes
Depois de uma pequena briga, eu e Diego resolvemos nos afastar por uns tempos. Isso já não é novidade pra mim, já que desde que nos conhecemos, vivemos assim, indo e vindo.
Mas depois de umas semanas, eu comecei a sentir saudades. Resolvi então ir até a faculdade onde ele estuda pra fazer uma pequena surpresa. Cheguei na faculdade, subi aquelas rampas intermináveis até o andar dele e comecei a andar pelos corredores procurando Diego nas salas. Finalmente achei! Diego estava sentado ao lado de umas meninas e nem olhava pra porta. Resolvi esperar que a aula terminasse, mas parecia que não ia acabar nunca! Então fiz de tudo pra chamar a atenção até que Diego olhou.
Ele levantou e veio até mim...
- Ana! Ta fazendo o que aqui?!
- Saudades!
- Mas eu estou na aula!
- Eu espero!
Ele entrou na sala resmungando, pegou a mochila e saiu. Descemos até o quarto andar que é mais vazio. Pra não ficarmos perto do pessoal que estuda com ele. Sentamos num dos banquinhos amarelos que fica no hall do andar e começamos a conversar. Como sempre a gente acaba falando tanto e esquecendo da vida. Olhei para o relógio e reparei que já estávamos la a 40 minutos. Então parei de falar e comecei a agir!
Cheguei mais perto de onde Diego estava sentado, fiz um carinho no rosto dele e o abracei.
- Hummmm... Que homem cheiroso!
Diego ficou me olhando sem dizer nada, só me olhava com um sorriso no rosto.
Resolvi então parar de enrolar e mostrar o que eu tinha ido fazer lá! Segurei o rosto dele, o beijei e pedi que ele me levasse a algum lugar mais tranqüilo. Diego segurou a minha mão e me puxou pra um dos corredores. Me encostou na parede e apoiou os quadris nos meus e me apertou com força contra o corpo dele, em beijando como se não me visse a milênios, como se não me beijasse a anos. Ele afastava o corpo do meu e encostava outra vez, cada vez com mais força, me empurrando contra a parede.
Abri os botões da calça dele, enfiei a mão por dentro pra sentir o pau dele latejando na minha mão. Diego então começou a enfiar as mãos por baixo do meu vestido me deixando quase sem roupa.
- Ana... Vamos pra outro lugar, vamos? – Diego disse sussurrando no meu ouvido.
- Eu vô pra onde você quiser!
Ele fechou a calça e apontou pra onde eu devia ir. Sai andando e Diego veio atrás de mim, me agarrando, roçando o pau na minha bunda e dizendo:
- Olha o que você fez... Ta vendo?!
Eu continuei andando e sorrindo sem falar nada.
Entramos no banheiro masculino, direto para a ultima cabine, que tinha uma janela pintada que dava pra parte interna do prédio. A minha única preocupação era de que alguém nos ouvisse. Mas passou rápido, logo eu já estava encostada na parede em baixo da janela com o vestido todo levantando e Diego já quase sem roupa me apertando com força nessa parede.
- Ana... Vira de costas pra mim, vai...
Antes de virar, mordi a boca de Diego, olhando fixo nos olhos dele. E então virei e rocei minha bunda no pau dele. Ele puxou a minha calcinha e tirou, depois puxou levemente os meus quadris pra junto dele e me inclinou pra frente. Diego foi enfiando o pau em mim bem devagar, eu ia mexendo meu corpo levemente pra trás. Quando senti o pau dele todo dentro de mim, Diego me segurou por um tempo, parado dentro de mim, enquanto eu sentia o pau pulsando na minha boceta. De repente Diego me empurrou contra a parede e começou a meter com força e a gemer bem baixinho na minha orelha, cada vez que enfiava o pau em mim.
- Ai... Assim não agüento... Você ta me deixando louca!
- Assim como? Desse jeito?! – Ele falou metendo mais forte e mais rápido e depois mordendo minha nuca.
Quase me derreti inteira e nem reparei que eu estava gemendo. Diego colocou as mãos na minha cintura e me puxou com força contra o corpo dele, me afastando da parede e depois me inclinando pra frente. Segurou com força meus cabelos que estavam presos como um rabo de cavalo e com a outra mão comandava os meus movimentos, indo e vindo no mesmo ritmo que ele. Mordi meus lábios com força e apertei os olhos, minhas pernas começaram a tremer, parecia que eu ia desmontar ali mesmo. Gozei! Gemi bem alto, Diego me segurou com força e eu pude sentir ele gozar.
Virei para ele ofegante e tremendo ainda, o abracei forte e disse bem baixinho no ouvido dele:
- Você acaba comigo...
Diego sorriu, vestiu as roupas enquanto eu me arrumava, pegou a minha mão e saímos do banheiro em direção as rampas.
Nada melhor do que fazer as pazes assim!
Ana T.
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