Noite quente
Deitada na cama, coberta por um lençol fino, quase transparente. Meu corpo nu, quente. Sinto um arrepio por todo o meu corpo. Fecho os olhos e começo a lembrar....
Nós dois deitados num edredom, no chão da sala. Um silêncio... Só se ouvia os nossos sussurros e gemidos, ecoando pela casa. O som dos nossos corpos se esfregando, da sua respiração ofegante e dos meus gemidos... Parecia até uma música... Parecia ter um ritmo.
Ele me tocava e eu sabia exatamente o que ele queria. Como ele queria...
Mas eu queria ouvi-lo pedir.
- Ana, abre as pernas pra mim, vai... – Eu sorria e obedecia.
Ia abrindo as pernas bem devagar. Deitada na frente dele, enquanto ele me observava e ia se aproximando de mim. Quando chegava bem perto, eu sentia seu pau, quente, duro, encostando em minhas coxas. E ele ia deitando por cima de mim, me beijando, me mordendo, me apertando. E eu pedia:
- Me come... – Era quase um gemido.
E ele me olhava, segurando forte o meu quadril e começava a meter. Eu me arrepiava inteira e perdia o fôlego. Ele parava só pra me olhar e depois ia se afastando bem devagar. Então começava uns movimentos leves de vai e vem, e aos poucos ia aumentando o ritmo, me deixando cada vez mais excitada. Eu gemia baixinho em seu ouvido e o mordia, o arranhava e o puxava pra mim.
Ele me segurava com força e me olhava nos olhos. Puxava os meus cabelos e me apertava contra o peito dele. Eu gemia alto e mordia os lábios com força a cada vez que sentia ele entrando em mim.
Eu dizia:
- Mete vai... Me faz gozar... Ahnn...
Ele então afastava o corpo do meu, colocava minhas pernas em cima de seus ombros e começava a meter bem devagar e bem fundo, encostando de leve o corpo quente no meu. E eu gemia toda vez que sentia ele penetrando fundo em mim.
- Ahnn... Vô gozar...
Então ele parou. Pediu que eu virasse de bruços...
- Deixa eu te comer assim, deixa?
Não respondi, apenas sorri e me virei de costas. Ele veio beijando as minhas costas, lambendo o meu pescoço, escorregou a mão de leve para as minhas pernas e foi afastando bem devagar uma da outra. Colocou as mãos no meu quadril e puxou com força pra ele, roçando o pau na minha bunda. Depois se afastou um pouquinho, se encaixou entre as minhas pernas e meteu, me empurrando contra o travesseiro. Apertei os olhos e respirei fundo. Senti um arrepio subindo pelas minhas costas, meu pescoço e se espalhando por todo meu corpo. Me senti muito molhada. Gozei.
Ele segurava com as duas mãos na minha cintura e me puxava cada vez mais forte e mais rápido pra ele. A respiração ofegante, e os gemidos no meu ouvido não me enganavam, ele ia gozar. Então comecei a pedir...
- Goza, vai... Goza em mim, Goza comigo. Mete... Assim... Goza pra mim...
Ele então segurou meu quadril, me apertou com muita força e gemeu. Depois deitou sobre mim, respirando ofegante no meu ouvido.
De repente abro os olhos, olho para o espelho e começo a rir. Voltei ao meu quarto. Lembranças são muito boas!
Ai, ai... Essas noites quentes... E essa cama vazia.
Ana T.
11º Conto
Sorriso de menina
Aquela boca que a horas atrás me sorria, agora me mordia e gemia alto de tanto prazer. As mãos que de tão nervosas não conseguiam deixar quieto o maço de cigarros. Agora deslizavam suaves pelo meu corpo.
E a mulher com sorriso de menina se largava nos meus braços, como se quisesse derreter inteira.
Enquanto eu a beijava e esfregava bem de leve meus dedos entre as suas pernas, Bruna me olhava fixamente com aqueles olhos azuis, e eu me arrepiava inteira.
Às vezes ela gemia baixo e parava, logo depois ela prendia a respiração e gemia outra vez.. Aquilo me excitava cada vez mais.
Aos poucos fui tirando sua roupa e beijando seu corpo inteiro. Seus seios, seu umbigo, seu ventre. Notei que ela tinha uma pequena tatuagem na virilha, mas de tão excitada, nem notei o que estava escrito. Afundei minha cabeça entre suas pernas e chupei, lambi, mordi. Enquanto ouvia seus gemidos e sentia ela me apertar com força.
Enquanto eu lambia seu ventre, escorregava meus dedos para dentro de sua buceta e fazia movimentos leves. Aos poucos ia aumentando o ritmo, dava pequenos intervalos e aproveitava para observa-la. Totalmente entregue, nua, ofegante, suada, quente. Subi lentamente passeando por todo seu corpo e me encaixei entre suas pernas, roçando minha coxa em seu ventre, que parecia pegar fogo de tão quente. Fui afastando bem devagar a perna e encaixando minha mão sobre sua vagina. Nesse momento Bruna me olhou nos olhos e eu meti forte meus dedos. Ela gemeu alto e eu comecei a meter mais forte e mais rápido. Ela gemia cada vez que meus dedos a penetravam e eu ficava mais excitada e ofegante.
Até que Bruna me apertou forte com as pontas dos dedos, quase me arranhando inteira. Mordeu os lábios, gemeu e foi me soltando bem devagar. Bruna suspirou e se soltou nos meus braços e eu a abracei e a beijei.
Naquela noite, dormimos abraçadas, com nossos corpos quentes, colados. Mas depois disso nunca mais nos vimos.
Ah! Para os curiosos... A tatuagem dizia: Thiago.
Ana T.
Aquela boca que a horas atrás me sorria, agora me mordia e gemia alto de tanto prazer. As mãos que de tão nervosas não conseguiam deixar quieto o maço de cigarros. Agora deslizavam suaves pelo meu corpo.
E a mulher com sorriso de menina se largava nos meus braços, como se quisesse derreter inteira.
Enquanto eu a beijava e esfregava bem de leve meus dedos entre as suas pernas, Bruna me olhava fixamente com aqueles olhos azuis, e eu me arrepiava inteira.
Às vezes ela gemia baixo e parava, logo depois ela prendia a respiração e gemia outra vez.. Aquilo me excitava cada vez mais.
Aos poucos fui tirando sua roupa e beijando seu corpo inteiro. Seus seios, seu umbigo, seu ventre. Notei que ela tinha uma pequena tatuagem na virilha, mas de tão excitada, nem notei o que estava escrito. Afundei minha cabeça entre suas pernas e chupei, lambi, mordi. Enquanto ouvia seus gemidos e sentia ela me apertar com força.
Enquanto eu lambia seu ventre, escorregava meus dedos para dentro de sua buceta e fazia movimentos leves. Aos poucos ia aumentando o ritmo, dava pequenos intervalos e aproveitava para observa-la. Totalmente entregue, nua, ofegante, suada, quente. Subi lentamente passeando por todo seu corpo e me encaixei entre suas pernas, roçando minha coxa em seu ventre, que parecia pegar fogo de tão quente. Fui afastando bem devagar a perna e encaixando minha mão sobre sua vagina. Nesse momento Bruna me olhou nos olhos e eu meti forte meus dedos. Ela gemeu alto e eu comecei a meter mais forte e mais rápido. Ela gemia cada vez que meus dedos a penetravam e eu ficava mais excitada e ofegante.
Até que Bruna me apertou forte com as pontas dos dedos, quase me arranhando inteira. Mordeu os lábios, gemeu e foi me soltando bem devagar. Bruna suspirou e se soltou nos meus braços e eu a abracei e a beijei.
Naquela noite, dormimos abraçadas, com nossos corpos quentes, colados. Mas depois disso nunca mais nos vimos.
Ah! Para os curiosos... A tatuagem dizia: Thiago.
Ana T.
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