11º Conto

Sorriso de menina

Aquela boca que a horas atrás me sorria, agora me mordia e gemia alto de tanto prazer. As mãos que de tão nervosas não conseguiam deixar quieto o maço de cigarros. Agora deslizavam suaves pelo meu corpo.
E a mulher com sorriso de menina se largava nos meus braços, como se quisesse derreter inteira.
Enquanto eu a beijava e esfregava bem de leve meus dedos entre as suas pernas, Bruna me olhava fixamente com aqueles olhos azuis, e eu me arrepiava inteira.
Às vezes ela gemia baixo e parava, logo depois ela prendia a respiração e gemia outra vez.. Aquilo me excitava cada vez mais.
Aos poucos fui tirando sua roupa e beijando seu corpo inteiro. Seus seios, seu umbigo, seu ventre. Notei que ela tinha uma pequena tatuagem na virilha, mas de tão excitada, nem notei o que estava escrito. Afundei minha cabeça entre suas pernas e chupei, lambi, mordi. Enquanto ouvia seus gemidos e sentia ela me apertar com força.
Enquanto eu lambia seu ventre, escorregava meus dedos para dentro de sua buceta e fazia movimentos leves. Aos poucos ia aumentando o ritmo, dava pequenos intervalos e aproveitava para observa-la. Totalmente entregue, nua, ofegante, suada, quente. Subi lentamente passeando por todo seu corpo e me encaixei entre suas pernas, roçando minha coxa em seu ventre, que parecia pegar fogo de tão quente. Fui afastando bem devagar a perna e encaixando minha mão sobre sua vagina. Nesse momento Bruna me olhou nos olhos e eu meti forte meus dedos. Ela gemeu alto e eu comecei a meter mais forte e mais rápido. Ela gemia cada vez que meus dedos a penetravam e eu ficava mais excitada e ofegante.
Até que Bruna me apertou forte com as pontas dos dedos, quase me arranhando inteira. Mordeu os lábios, gemeu e foi me soltando bem devagar. Bruna suspirou e se soltou nos meus braços e eu a abracei e a beijei.
Naquela noite, dormimos abraçadas, com nossos corpos quentes, colados. Mas depois disso nunca mais nos vimos.
Ah! Para os curiosos... A tatuagem dizia: Thiago.
Ana T.

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