9° Conto

Um conto para Thiago

Esta noite tive um sonho bom.
Vou contar...
Era uma tarde de sábado, Thiago ligou me chamando para uma volta e eu fui. Cheguei na portaria e lá estava ele, me recebeu com um beijo quente de língua, que me fez ficar toda arrepiada, um arrepio gelado que sobe das coxas para o ventre. Beijou e me apertou forte amassando meus peitos contra o seu corpo. Depois desse longo abraço, eu disse sorrindo um:
- Oi!
E fomos andando.
A tarde foi se acabando e a noite logo se apresentou, num céu azul escuro, quase negro, junto com dela veio um manto de estrelas e no meio delas lá em cima, cintilante, a lua cheia. Nos demos conta de quanto tempo estávamos andando e falando sem parar. Nessa hora, nos deparamos com um lindo casarão abandonado e mais uma vez sem pensar, tal vez seguindo algum instinto, fomos andando portão a dentro. Com os olhos atentos naquela casa velha que encantava e assustava ao mesmo tempo. Passamos pela sala, onde havia uma grande escadaria que nos levaria ao segundo andar do velho casarão. Subimos lado a lado, já nos sentíamos a vontade ali, como se em alguma vida, já estivéssemos estado neste mesmo casarão. Ao chegar ao topo da escada, encontramos uma porta entre aberta que dava para um quarto iluminado apenas pela luz da lua que entrava por uma janela comprida, com cortinas esvoaçantes. Perto da janela, havia uma cama, de madeira, dessas antigas, bem grande e parecia estar nos convidando a deitarmos nela. Me sentei em uma ponta da cama e fiquei observando Thiago. Passados alguns míseros minutos, Thiago sentou ao meu lado, me encostei em seu ombro e comecei a beijar o seu pescoço, ele se virou e retribuiu o beijo. Suas mãos iam escorregando lentamente pelo meu corpo e eu voltei a sentir o mesmo arrepio de antes, só que dessa vez com mais intensidade, esse arrepio terminava no meu ventre e depois subia como um calor e se espalhava por todas as partes do meu corpo. Eu sentia as pontas dos meus dedos dormentes. Ele abriu a minha blusa e eu terminei de tira - la, depois Thiago colocou uma das mãos por baixo da minha saia. Por dentro da minha calcinha e começou a esfregar os dedos em mim. Enquanto eu apertava e esfregava com força o seu pau, que fazia volume em sua calça. Escorreguei suave meus dedos pelo feixo da calça, fazendo com que aquele volume todo viesse para fora, para que assim eu pudesse satisfazer a minha vontade de chupar o pau de Thiago. Então Thiago me segurou e me deitou na cama, foi aos poucos tirando a minha saia e terminou de tirar a última peça de roupa que ainda restava no meu corpo, a calcinha. Thiago me olhou e sorriu, não disse nada e foi me beijando os seios, a barriga, o umbigo e chegou ao meu ventre, afundou a cabeça entres as minhas pernas e começou a me chupar. Ele chupava maravilhosamente bem, como nem um outro tinha me chupado antes e eu gozei muito, com sua boca e sua língua. Thiago então levantou e me olhou. Me sentei na cama novamente, esperando a minha vez de chupa - lo até o satisfazer, mas ele disse sorrindo:
- Vem aqui, abre as pernas pra mim, abre...
Me recostei na cabeceira da cama e abri as pernas, Thiago se aproximou, ajoelhado na cama e encostou os joelhos por baixo das minhas coxas, se encaixou perfeitamente entre as minhas pernas, colocou as mãos por cima de meus ombros e me encarando bem, meteu fundo. Senti uma dor leve e uma vontade de me derreter toda. Thiago não se mexeu, ficou enfiado dentro de mim, me olhando. Depois começou um movimento de vai e vem. Em alguns momentos ele tirava o pau de dentro de mim e fingia que ia meter outra vez, mas não metia, só ficava se esfregando e sarrando em mim. Enquanto eu quase enlouquecia com essa tortura, e implorava pra que ele metesse tudo. Ele metia com força, atento a todos os meus movimentos e gemidos. Cobria a minha boca com uma das mãos e enfiava um dedo dentro dela, e com a outra mão ele segurava e apertava a minha coxa, abrindo mais a minha perna, se encaixando e se esfregando inteiro em mim. Eu quase o arranhava inteiro, o mordia e o puxava com força pra mim. Thiago me apertou forte, me olhou e disse.
- Você gosta disso? Gosta?!
- Gosto! Adoro! - Respondi ofegante e me estiquei para beija - lo. -
Ele me beijava, mordia os meus lábios de leve e às vezes repetia baixinho:
- Você gosta, neh?! Gosta!
Segurei o rosto de Thiago, olhei dentro dos olhos e pedi que ele me comesse de quatro. Na mesma hora, ele se afastou. Quando me virei, ele se encostou nas minhas costas e me abraçou com força, apertando meus peitos com as mãos. Fui me afastando aos poucos e me inclinando na cama, até ficar de quatro, com a bunda roçando em seu pau. Olhei para ele e pedi que metesse, Thiago então segurou com uma das mãos na minha cintura, colocou a outra entre as minhas pernas e começou a esfregar seus dedos em mim. De repente ele foi enfiando o dedo bem devagar, eu sentia seu dedo entrando em mim e gemia. Foi então que ele colocou as duas mãos na minha cintura, encaixou o pau em mim e foi me puxando para ele. Quando senti todo o membro dele enfiado em mim, agarrei com força no colchão e gemi alto. E Thiago começou a me puxar cada vez mais rápido e enquanto eu acompanhava os movimentos dele. Eu gozei, gozei tanto, que quase não me agüentava mais naquela posição, meu corpo todo tremia, eu estava ofegante e suada. Thiago começou a passar a mão bem de leve na lateral da minha coxa e na minha bunda. Nessa hora, o meu corpo se arrepiou todo, e eu pedi.
- Bate!
Ele escorregou a mão na minha bunda, afastou e me deu um tapa estalado, cada vez que ele metia, ele dava um tapa. Eu gemia e pedia mais. Thiago parou com os tapas e voltou a acariciar de leve a minha bunda e as coxas. Thiago enfiou o dedo no meu cu e continuou enfiando o pau bem fundo na frente, cada vez mais fundo, com o dedo enfiado atrás. Eu gemia cada vez mais, estava gozando de novo. Thiago tirou o dedo, continuou encaixado em mim, se debruçou sobre as minhas costas e disse ao meu ouvido.
- Deixa eu comer o seu cuzinho, deixa?
- Hum... Não sei...
- Deixa, deixa...
- Deixo...
Ele se afastou, foi até a calça que estava caida ao lado da cama e pegou algo no bolso. Quando eu o vi o que era, pedi que ele me deixasse coloca - la. Ele abriu a camisinha, me entregou e ficou ajoelhado na cama ao meu lado, me virei para ele, coloquei a camisinha na boca e fui encaixando bem devagar, enquanto chupava ele. Terminei de colocar a camisinha e me debrucei na cama mais uma vez. Thiago se encostava em mim e sarrava bem de leve, aquilo me deixava cada vez mais excitada. Ele foi ajeitando o pau com uma das mãos e foi enfiando atrás, bem devagar. Thiago ia se encaixando bem lentamente em mim e cada vez que sentia ele entrando, eu respirava fundo e mordia meus lábios com força. Ele segurava a minha cintura com as duas mãos e me puxava pra ele. Seu pau já estava todo dentro de mim e eu voltava a sentir o mesmo calor de antes se espalhando por todo meu corpo. Thiago começou a se movimentar com cuidado, afastando o corpo do meu e depois ia metendo bem devagar. Eu gemia cada vez mais, me sentia toda molhada de tanto tesão. A respiração de Thiago ficava cada vez mais ofegante e ele me apertava forte. Eu estava quase gozando, não sei bem explicar o que eu estava sentindo. Thiago perguntou se eu estava bem e eu respondi gemendo:
- Tô gozando... Goza comigo...
Ele me segurou com força e começou a me puxar mais forte contra o corpo dele. Nessa hora eu soltei meu corpo e deixei que ele me conduzisse. Apertei com força o colchão e gemi muito, muito alto. Thiago segurou o meu quadril e me puxou com força pra ele uma única vez. Ficou parado, me apertando forte e gemeu. Eu fui me deitando aos poucos, Thiago deitou sobre mim, ofegante, me abraçando. Ficamos deitados assim por algum tempo estávamos exaustos.
Depois, Thiago sentou na cama e eu ainda na cama deitada de bruços, meu corpo quente, tremia todo. E ele, sentado ao meu lado, me observava e passava a mão nos meus cabelos, no meu rosto, enquanto eu sorria pra ele. Fechei meus olhos e senti meu corpo pesar, adormeci. Quando abri os olhos estava na minha cama, sozinha, olhei ao redor e me dei conta de que tudo aquilo tinha sido um sonho...
Um sonho maravilhoso!

Ana T.

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